Irei escrever um pouco de como se vive os relacionamentos ou envolvimentos nos dias de hoje. Fico um pouco revoltada com as pessoas que nesta vida habitam pois hoje em dia há muito jogo psicológico e falsidade para poderem alcançar o que desejam e cada vez mais esses "jogos", a sedução para a conquista e o jogo para o ganho são mais perfeitos e bem estudados em que uma pessoa fica na dúvida se será verdade que a outra pessoa goste ou possa vir a gostar de nós. Quando possível eu prefiro não ficar na dúvida e esclarecer as coisas desde o princípio pois assim se a pessoa gostar mesmo de nós, irá querer nos conhecer melhor com calma, sem pressas vivendo um dia de cada vez acabando por não magoar as pessoas evitando causar por vezes tragédias que muitas das vezes acabam com a vida de um ser humano levando muitas delas a suicídio (dependendo da fraqueza de cada pessoa), a revolta, a tristeza e difícilmente avançar na vida com o medo de vir a sofrer por uma paixão fictícia.
Depois de reconhecer em mim os dois extremos opostos que eu própria necessitei de criá-los para não cair em sofrimento comecei a analisar os padrões psicológicos que dominem um relacionamento ou mesmo um envolvimento e apercebi-me com a minha força, beleza, inteligência e capacidade fez orgulhar-me de mim própria e não dar nem um pouco de importância aos desejos insatisfeitos que aparecem na vida parecendo que tudo é belo, tudo é perfeito e quando dás por ti estás presa a uma paixão que só tu imaginaste que essa paixão existia e digo isto por experiência própria pois a mim também já aconteceu.
Um dia na discoteca coloquei-me num canto para apreciar as pessoas que lá estavam e comecei a pensar... São poucas as pessoas que aqui estão para se divertir, criando novas amizades e conversando sem segundas intenções descontraindo com o som da música. Continuei a olhar a minha volta e via que nessa discoteca não passavam de actores transmitindo a falsa simpatia, o olhar de engate demonstrando que o sexo oposto que naquele momento se encontra é belo, encantador e transmitir um homem que a mulher sonha em vir a ter para que o possível futuro engate se concretize.
Agora eu pergunto: - Há necessidade de ferir alguém? Porque não somos sinceros com as pessoas, o mais verdadeiros possíveis não dando tempo para nascer algum sentimento?
Ainda são capazes de se rirem e estarem felizes por a outra pessoa estar a sofrer por ela, até muitas das vezes gabam-se com uma alegria parva e um sofrimento de alguém.
Eu vou respeitando e valorizando cada pessoa, sua personalidade, sem porém esperar que assuma responsabilidades além das que sua idade e mente lhe permitir... mas isso não faz com que eu vá agir da mesma maneira errada que a maioria da sociedade hoje em dia age.
Eu continuarei a ser eu própria, usarei sempre a minha sinceridade, a verdade faz parte de mim e a mentira tento evitá-la...não mudarei pois sinto-me especial pelo o meu interior e não preciso de provar a ninguém aquilo que sou mas sim sentir-me bem comigo própria.
Diva Nunes
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